Parabéns, Márcia Pavarazzi! Você ganhou um pacote de Café Gourmet Floresta, aromatizado. Para receber o presente, entraremos em contato pelo seu email.
Aproveitamos para falar um pouco sobre o Café Floresta aromatizado:
Existem várias marcas no mercado que oferecem café (gourmet ou tradicional) com sabores ou aromas. O Café Floresta é uma delas. Testamos o café de amêndoas torradas e é uma delícia! Deixa a casa toda cheirando a café, com um aroma bem especial. A dica é misturar o café aromatizado com um outro comum. Rende mais e o sabor fica mais suave.
Para a ganhadora, desejamos boas companhias para apreciar o presente, e esperamos notícias sobre a degustação do café.
CONVERSA NA MESA
Gastronomia, segurança alimentar,café gourmet, música e arte.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Sai hoje o ganhador do pacote de café aromatizado!
Entrada do Museu do Café, em Santos (SP)
Hoje vamos divulgar o ganhador do Café Floresta aromatizado. Cada inscrito ganhou um número aleatório. O sorteio será no fim da tarde. O ganhador terá o nome divulgado aqui. Até lá!
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Música com café: letras de música que falam da bebida
Para comemorar o Dia Nacional do Café, reunimos algumas músicas que falam sobre a deliciosa bebida que reina nas xícaras mundo afora.
One more cup of coffee – Bob Dylan
Pirraça – Vanessa da Mata
Black Coffee – Sonny Burke/ Francis Webster.
Você se lembra de alguma música que fale de café? Deixe o seu comentário e compartilhe!
Aí vai a lista:
One more cup of coffee – Bob Dylan
A música no melhor e insuperável estilo folk de Bob tem como refrão a frase “one
more cup of coffe and I´ll go”. Detalhe: hoje é aniversário do lendário Bob.
Pirraça – Vanessa da Mata
A cantora e compositora Vanessa da Mata descreve
como o tempo brinca com ela: passa rápido quando os amigos estão reunidos
tomando café, mas é lento na hora de esquentar a água da chaleira.
Black Coffee – Sonny Burke/ Francis Webster.
Um classico do jazz, interpretado pelas divas do gênero. O vício do café é o consolo das mulheres
solitárias e acorrentadas às tarefas domésticas. Bem anos 40.
Amanhã de manhã – Roberto Carlos
Amanhã de manhã – Roberto Carlos
Já foi chamada de “melô do pão-duro”,
porque a letra diz que “vai servir um café pra nós dois”. Mas é um clássico do rei Roberto.
L Lumiar – Beto Guedes
No melhor estilo hippie anos 70, a letra fala
das delícias das coisas simples da vida, como pescar e fazer café.
Sorteio:ganhe um pacote de café gourmet aromatizado
Para comemorar o Dia Nacional do Café, o Conversa na Mesa vai sortear um pacote de café gourmet aromatizado, de Amêndoas Torradas, da marca Café Floresta. Basta se cadastrar como membro do Blog. O sorteio sai na sexta-feira 25.
Boa sorte!
Boa sorte!
Descoberta do café: um pastor, um poema e um mito fundador
Kahldi entre as cabras que mastigavam café
A descoberta do uso do café como bebida é um desses capítulos da história da humanidade que se perdeu nas brumas do tempo. Mas alguns mitos sobreviveram, e enchem de encanto a origem desse hábito mundial.
Um dos mitos fundadores da descoberta do café é a história de um pastor etíope. O pastor Kahldi teria começado a mastigar os grãos maduros de café depois de observar que as cabras ficavam mais saltitantes e serelepes quando comiam o misterioso fruto. Assim teria sido a descoberta pela humanidade das propriedades estimulantes do café.
O poeta Luiz Martins da Silva escreveu sobre o mito, poema que aqui reproduzimos:
ALQUIMIA MATINAL
Luiz Martins da Silva
Toda manhã, bem cedinho,
Feito oração saborosa,
Uma história de carinho
Vem aquecer a memória.
Descobriu um pastorzinho,
Lá nos rincões da Etiópia,
Cabritas pulando eufóricas
Depois de pastar a frutinha.
Mal sabia o abissínio
Que o efeito do café
Hoje, depois de milênios,
Ainda bota a gente em pé.
Por isso faço esta ode
E de todo o coração
Dedico ao pastor de bodes
Estes versos de fogão
Saídos, passados na hora,
Feito licor aromático
Dádiva vegetal generosa
De tantos poderes mágicos.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Como escolher cafés nas compras de supermercado?
Grãos de café gourmet, o café Especial, em fazenda do sul de Minas
Você está diante da prateleira de cafés no supermercado.Um monte de marcas com embalagens coloridas estão ali, e você não sabe o que levar em consideração para comprar um bom café. Os fabricantes costumam usar alguns truques para atrair a atenção dos consumidores, mas algumas informações fundamentais acabam passando desapercebidas.
A primeira dica é saber que as marcas de café
comercializadas no país (em em todo o mundo) usam dois tipos de café: o arábica – de qualidade
superior –e o robusta (ou conilon), que apresenta
uma constituição diferente, de menor
qualidade e menos valorizada no mercado.
Se o café não apresentar o aviso “100%
arábica”, com certeza tem grãos conilon misturados, o que é considerado um padrão inferior de café. Não quer dizer que o conilon seja ruim. Mas para se ter uma ideia, dificilmente o conilon entre nos blends de cafés especiais, ou atrativos para o mercado internacional.
A Associação Brasileira da Indústria de Café criou um selo
de certificação dos cafés. Todas as categorias podem utilizar os grãos arábica
ou conilon. A diferença está no grau de pureza de cada categoria.
Café Tradicional: São os mais comuns nos supermercados. Podem
apresentar até 20% de defeitos, que
incluem grãos pretos, verdes ou ardidos. Também podem utilizar grãos verdes de
safras passadas. O grau de impureza é considerado alto, mas dentro dos padrões
de consumo. Tipo de grão utilizado: 8 COB
Café Superior: Podem apresentar até 10% de defeitos –os mesmos
defeitos apontados para o café tradicional. Tipo de grão utilizado: 6COB
Café Gourmet: 100% puros. Não podem conter impurezas. Aqui,
devem ser utilizados grãos tipo 2 a 4 COB.
O que é COB? COB é a Classificação Oficial Brasileira,
baseada em uma análise por amostra de 300g do café. Quanto menor o número COB,
maior a qualidade. A escala vai de 2 a 8. Para exportação, são aceitos apenas
os cafés de qualidade 5 para baixo. Nesta análise são levados em consideração os
defeitos físicos do grão, além do aspecto do grão, coloração, tamanho, torra,
safra e umidade.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Frio e chuva combinam com chá! Conheças as propriedades da hortelã e prepare a sua xícara
O hábito de tomar chás é tão antigo quanto as pirâmides
do Egito, ou talvez mais ainda. E não à
toa. Os antigos sabiam das propriedades terapêuticas das ervas. Na China imperial, o ritual do chá era repleto de simbologias e glamour.
Felizmente, o “chazinho” sobreviveu à
pós-modernidade e ainda faz parte das nossas tradições culinárias. Embora não
seja muito comum encontrar chás para beber nos ambientes de trabalho, o clima
frio das últimas semanas é um bom motivo para se tomar a bebida. Que tal chegar
em casa e preparar aquela xícara relaxante?
Entre os mais populares, o chá de hortelã é facilmente encontrado
nos supermercados. A melhor maneira de consumi-lo é usando as folhas frescas,
que podem ser encontradas junto com as hortaliças.
A hortelã é digestiva e também tem propriedades
anestésicas – que só fazem efeito em alto
grau de concentração. Para efeitos digestivos, basta fazer uma infusão de 3g de hortelã em 100ml de água. Não sabe como pesar as folhas? Coloque a quantidade de água que você deseja na chaleira e vá colocando as folhas limpas de hortelã até chegar na proporção de 1/4. Deixe em infusão até a água "pegar cor". Adoce com mel ou açúcar mascavo.
A infusão não deve levar mais do que cinco minutos, para que sejam preservadas as propriedades da erva, que também combate as cólicas e prisão de ventre.
A infusão não deve levar mais do que cinco minutos, para que sejam preservadas as propriedades da erva, que também combate as cólicas e prisão de ventre.
Para quem tem espaço e disposição, dá pra cultivar hortelã em um cantinho do quintal ou varanda. As mudas crescem rápido e são bem decorativas. Hortelã colhida na hora deixa o chá ou qualquer receita com um gosto ainda mais especial. Inspire-se e comece a sua horta caseira!
Fácil de cuidar: cantoneira com hortelã precisa de sol e água em abundância
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Mama mia! Massa italiana produzida na região do Mediterrâneo é vendida em Pirenópolis
Do nordeste da Itália para o interior do Goiás. A globalização, apesar de seus revezes colonialistas, tem suas deliciosas vantagens. Deixemos esse papo de globalização e hegemonia cultural pra um post cabeça, quem sabe quando postarmos uma receita com vodka ou Mojito.
Sem a revolução socio-tecnológica-cultural, como poderíamos comprar massa italiana produzida em Monopoli e vendida em Pirenópolis? Voilá, salve a globalização. E a boa cozinha continental.
Sem a revolução socio-tecnológica-cultural, como poderíamos comprar massa italiana produzida em Monopoli e vendida em Pirenópolis? Voilá, salve a globalização. E a boa cozinha continental.
Minimalismo: semola di grano duro, acqua e spinaci disidratati
Passeando pela Rua Direita, adorável ruazinha salpicada de lojinhas, encontrei essa delicia d´além mar. Pá, mas não era um pastel de belém, não. Era um pacote (vários) de massa italiana. Tentador para quem adora cozinhar. O italiano que nos vendeu é dos donos do Armazém da Rua Direita, (www.armazemdarua.com.br). Ele me explicou direitinho como cozinhar a massa, com aqueles detalhes que fazem toda a diferença. Nesse final de semana, fizemos o teste.
Massa colorida: espinafre desidratado para colorir e dar sabor
O receio era que a massa fosse daquelas que não dá ponto. Fica muito mole ou meio crua. Que nada! A textura da Caroli é perfeita. Não leva ovo na composição, então tá liberada para os vegetarianos mais radicais. Além disso, é muito saborosa e se sobrar, dá pra requentar e ainda mantém a consistência ao ponto.
Na primeira experiência, preparamos a massa com tomates italianos frescos. Ficou muito bom. E depois, usamos pesto de baru, que também ficou uma delícia. Aprovadíssimo. O tempo de cozimento da massa é de mais ou menos 15 minutos.
Dica: não coloque azeita na água pra cozinhar a massa. Aliás, esse dica vale para o preparo de qualquer macarrão. Use apenas sal.
As massas Caroli estão a venda no Armazén da Rua Direita, mas podem ser encontradas em outros locais, já que são importadas via São Paulo.
Dica: não coloque azeita na água pra cozinhar a massa. Aliás, esse dica vale para o preparo de qualquer macarrão. Use apenas sal.
As massas Caroli estão a venda no Armazén da Rua Direita, mas podem ser encontradas em outros locais, já que são importadas via São Paulo.
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